


<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Leme Partners &#187; insights</title>
	<atom:link href="http://lemepartners.com/english/category/insights/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://lemepartners.com/english</link>
	<description>Just another WordPress site</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 May 2014 20:43:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>en-US</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=3.9.40</generator>
	<item>
		<title>FUNDO DE PRIVATE EQUITY NO BRASIL</title>
		<link>http://lemepartners.com/english/insights/fundo-de-private-equity-no-brasil-2/</link>
		<comments>http://lemepartners.com/english/insights/fundo-de-private-equity-no-brasil-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2014 17:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Leme]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[insights]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lemepartners.com/english/?p=51</guid>
		<description><![CDATA[FUNDO DE PRIVATE EQUITY NO BRASIL: O Apax Partners, fundo inglês de private equity, tem planos de expandir sua atuação no mercado brasileiro e inaugurou, nesta semana, um escritório em São Paulo, que servirá de apoio para viabilizar os investimentos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>FUNDO DE PRIVATE EQUITY NO BRASIL</b>: O Apax Partners, fundo inglês de private equity, tem planos de expandir sua atuação no mercado brasileiro e inaugurou, nesta semana, um escritório em São Paulo, que servirá de apoio para viabilizar os investimentos que pretende fazer por aqui.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo Walter Piacsek, sócio do Apax, que vai liderar os negócios do fundo no Brasil e na América Latina, a ideia é que os investimentos fiquem entre 100 e 500 milhões de dólares, por operação, podendo alcançar 1 bilhão de dólares ou mais quando feitos com outros investidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O Brasil tem uma economia grande, com muitas empresas de sucesso, empreendedores talentosos e top management muito competente. Nós somos investidores de longo prazo e enxergamos além da volatilidade de curto prazo”, disse Piacsek por meio de comunicado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O primeiro investimento do Apax no Brasil foi fechado em 2010. Na ocasião, o fundo comprou 54% de participação na Tivit, empresa de terceirização de serviços de tecnologia da informação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para John Megrue, presidente do Apax Partner nos Estados Unidos, o Brasil apresenta grandes oportunidades de longo prazo. “É um país empolgante e temos a sorte de contar com a experiência do Walter para nos ajudar a construir um negócio significativo na região”, disse o executivo, em nota.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Apax é um dos fundos private equity mais antigos do mundo, seus investimentos somam mais de 40 bilhões de dólares em cerca de 40 companhias globais. Daniela Barbosa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: </em><em>exame 27/11/2013</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leme Partners: novembro 2013</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lemepartners.com/english/insights/fundo-de-private-equity-no-brasil-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>VAREJO TEM ESPAÇO PARA M&amp;A</title>
		<link>http://lemepartners.com/english/insights/varejo-tem-espaco-para-ma-2/</link>
		<comments>http://lemepartners.com/english/insights/varejo-tem-espaco-para-ma-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2014 17:45:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Leme]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[insights]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lemepartners.com/english/?p=49</guid>
		<description><![CDATA[VAREJO TEM ESPAÇO PARA M&#38;A: Estudo do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar) e da consultoria PwC aponta que há espaço no Brasil para incremento de fusões e aquisições entre empresas do varejo. A análise faz parte do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>VAREJO TEM ESPAÇO PARA M&amp;A</b>: Estudo do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar) e da consultoria PwC aponta que há espaço no Brasil para incremento de <b>fusões e aquisições</b> entre empresas do <b>varejo</b>. A análise faz parte do Ranking Ibevar 2013 das 120 maiores empresas do varejo brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o professor Cláudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar, existe uma necessidade das companhias de ganho de escala para que consigam encarar o ambiente competitivo. Ele destacou que a tecnologia e a internet permitiram maior transparência e acompanhamento de preços entre as empresas, o que tornou a marcação mais rápida e a competição mais explícita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jorge Inafuco, gerente sênior da PwC Brasil, afirmou que em 2013 a consultoria espera que varejo e consumo representem cerca de 10% das fusões e aquisições do Brasil, ou seja, 80 negócios de um montante que pode chegar a 800 negócios no ano. A fatia de 10% é a mesma do ano anterior, quando foram 770 negócios. Farmácias e shoppings se destacam dentro do setor. Os negócios, diz Inafuco, devem se concentrar em redes pequenas e médias, com faturamento anual entre R$ 300 milhões e R$ 1 bilhão. As fusões de empresas do mesmo porte, mantendo operações com bandeiras diferentes, são uma possibilidade, destaca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O vice-presidente do Ibevar, Eduardo Terra, destaca que as fusões e aquisições devem contribuir para aumentar a quantidade de empresas com faturamento superior a R$ 1 bilhão por ano. De acordo com Terra, a expectativa é de que mais 15 empresas atinjam a marca do R$ 1 bilhão em 2013. Com isso, esse grupo chegaria a 87 companhias. Ele avalia que até seis empresas poderiam chegar ao chamado “clube do bilhão” com crescimento orgânico, mas outra parte conta com fusões e aquisições. “Trabalhamos com a hipótese de que o varejo todo um dia chegue ao faturamento superior a R$ 1 bilhão”, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Expansão</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O estudo do Ibevar e da PwC identificou ainda potencial para expansão das redes de varejo. De acordo com o levantamento, apenas nove das 120 redes avaliadas tem presença em todos os estados do Brasil. Além disso, apenas sete empresas tem mais de mil lojas. A atuação em diversos canais, com lojas físicas e virtuais, é característica de apenas 53% das empresas estudadas. Além disso, 48% têm lojas em formatos diferentes (de portes diversos, por exemplo) e 44% têm mais de uma bandeira de loja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte:</em><i> Exame</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leme Partners: dezembro 2013</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lemepartners.com/english/insights/varejo-tem-espaco-para-ma-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>RELAÇÃO COM INVESTIDORES</title>
		<link>http://lemepartners.com/english/insights/relacao-com-investidores-2/</link>
		<comments>http://lemepartners.com/english/insights/relacao-com-investidores-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2014 17:44:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Leme]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[insights]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lemepartners.com/english/?p=47</guid>
		<description><![CDATA[RELAÇÃO COM INVESTIDORES: Esta é uma questão cada vez mais presente no cotidiano do empreendedor. Há uns anos, investidor era algo raro no mercado. Hoje, após a queda contínua dos juros e relativa estabilização econômica, o investimento na economia real [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>RELAÇÃO COM INVESTIDORES: </b>Esta é uma questão cada vez mais presente no cotidiano do empreendedor. Há uns anos, investidor era algo raro no mercado. Hoje, após a queda contínua dos juros e relativa estabilização econômica, o investimento na economia real começa a se tornar uma realidade. Falta muito para nos tornarmos uma economia dinâmica, com uma oferta grande de recursos para todos os estágios de empresas: desde startups até companhias em processo de abertura capital na bolsa de valores (IPO). Mas já podemos dizer que esta roda começou a girar e que a opção de receber investimentos está cada vez mais forte e próxima dos empreendedores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta novidade traz, porém, muitas dúvidas. Como funciona este negócio de venture capital? O que o investidor vai exigir de mim? Vou perder a liberdade? Voltar a ser empregado, depois de tanto esforço? O investidor vai valorizar tudo que conquistei até aqui? Quero alguém controlando cada passo meu? E se depois ele vender a minha empresa? Mesmo para o empreendedor que encarou muitos desafios e incertezas, este novo passo desconhecido levanta medos e inseguranças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que atrai neste caminho, normalmente, é a necessidade do recurso. O que seria possível fazer se você tivesse agora R$ 500 mil na conta? E R$ 50 milhões? Esta possibilidade é que ajuda o empreendedor a entrar neste novo mundo. De fato, a restrição financeira costuma ser muito importante. Mas, O empreendedor deve estar atento, o recurso é importante, no entanto é apenas parte da equação e nem sempre a preponderante! Uma vez removida esta restrição, várias outras aparecem&#8230; e muitas vezes mais importantes e complicadas. Nesta hora, o investidor pode fazer uma grande diferença com o conhecimento (descritivo) e experiência (sentida) destes novos desafios não originalmente mapeados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O investidor traz consigo, entre outras coisas, uma forte necessidade de transparência, governança e alinhamento. Estas três variáveis são capazes de realizar uma grande mudança interna na empresa investida e, consciente ou inconscientemente, preparam e ajudam a companhia para alcançar um novo patamar de crescimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vamos falar um pouco mais de cada uma destas variáveis:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1)</strong>    Transparência: o investidor precisa de informação. Antes, durante e após o investimento. O empreendedor tem a capacidade de tocar o negócio com todas as informações na cabeça. Mas a partir do momento que um novo sócio, que está fora da operação, precisa entender o que está acontecendo&#8230; aí a empresa precisa ter informações rápidas, disponíveis e organizadas. Isso pressupõe previsão precisa de fluxo de caixa, contabilidade funcional, indicadores chave, enfim: estrutura, processos e disciplina. Como estão estas questões na sua empresa? Aparentemente, tudo isso vai sendo desenvolvido para atender a necessidade do investidor, mas logo a empresa percebe que a maior usuária destas informações é ela mesma. Estas ferramentas são fundamentais para o crescimento e produtividade, para decisões rápidas e precisas, para descentralizar o conhecimento e diminuir a dependência do empreendedor. A consequência disto, por si só, pode ser bem maior a médio prazo do que o investimento financeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2) </strong>   Governança: primeiro,  o que é isto? Numa visão simples, é como se organiza o poder decisório da empresa. Quem pode decidir cada tipo de assunto. A grosso modo, questões operacionais ficam a cargo da Diretoria, questões estratégicas ficam sob responsabilidade do Conselho de Administração, e questões societárias por conta da Assembléia. Esta separação de poderes tem um efeito enorme na empresa. Primeiro ela exige que os interesses e visões pessoais sejam separados dos interesses e visões da empresa. A pessoa jurídica ganha corpo e alma próprios, mais independente, com voz própria. A pergunta deixa de ser “o que eu quero?” e passa a ser “o que é melhor para a empresa?”. O empreendedor começa a observar que há o papel executivo e o papel acionista. E isto muda muita coisa&#8230; Em segundo lugar, esta governança exige o estabelecimento de ritmos. As reuniões mensais ou trimestrais servem como um “bumbo” que faz a marcação do ritmo e vira referência para todos os demais instrumentos. Por último, mas igualmente fundamental: nestas reuniões, o “importante” toma espaço do “urgente”. O empreendedor normalmente é sugado no dia a dia pelas questões operacionais, clientes, equipe, fluxo de caixa, etc. Estas reuniões mais estratégicas, com uma visão do todo, obrigam a colocação em pauta das questões importantes da empresa, que muitas vezes ficavam “para quando der tempo”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3)</strong>    Alinhamento: o interesse do investidor é basicamente a multiplicação do capital. Ele quer comprar uma participação acionária que depois de um tempo possa valer X vezes o valor investido. Logo, claramente, a questão do investidor em suas interações com a empresa é “como fazê-la se valorizar”. Ter um sócio com o objetivo explícito desta natureza é muito bom para a empresa. Equipe, fornecedores, clientes, conseguem também entender esta mensagem. É alguém para estar ali do lado, para não deixar a turma acomodar, nem fugir do foco, ou se perder. Alguém que estará ali nos momentos bons e nos momentos ruins. Para trazer imagens e contribuições às vezes diferentes dos empreendedores, e com isso enriquecer os debates. As experiências dos investidores podem fazer muita diferença no negócio. O fato de terem passado por experiências semelhantes permite agregar valor na superação de novos desafios. É muito diferente o conhecimento adquirido em uma sala de aula ou um livro, quando comparado à experiência vivida e o aprendizado internalizado. Neste caso, para o alinhamento, o empreendedor precisa escolher entrei) o investidor puramente financeiro, que coloca o dinheiro e depois acompanha mais de longe o investimento;ii) e o investimento co-empreendedor, que participa ativamente das decisões. Qual o tipo de investidor você quer? Qual o tipo de investidor você precisa? Vale a reflexão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estas consequências naturais do investimento, acima mencionadas, muitas vezes são tão ou mais importantes do que o recurso financeiro. E, para que sirvam como um movimento espiral crescente, trazendo valor para todos, a premissa básica é a qualidade da relação a ser estabelecida. É fundamental que se consiga estabelecer uma relação de confiança. O “santo tem que bater”. Serão muitos anos juntos, com muitos desafios, muitas divergências de opiniões e pensamentos. A partir da relação de confiança e alinhamento, estas diferenças se tornam aprendizados mútuos e valor agregado, pois é com base nisso que o novo é gerado. Se você está motivado e preparado a entrar nesta jornada, os resultados podem ser muito maiores do que você imagina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leme Partners: outubro 2013</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lemepartners.com/english/insights/relacao-com-investidores-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>INVESTIDORES FINANCEIROS</title>
		<link>http://lemepartners.com/english/insights/investidores-financeiros-2/</link>
		<comments>http://lemepartners.com/english/insights/investidores-financeiros-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2014 17:43:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Leme]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[insights]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lemepartners.com/english/?p=45</guid>
		<description><![CDATA[&#160; INVESTIDORES FINANCEIROS: A atuação dos investidores financeiros como financiadores de empresas vem crescendo no Brasil. Os private equity, que são um tipo de fundo que compra participações em empresas, são um exemplo. Este ano, eles participaram em 41% das [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><b>INVESTIDORES FINANCEIROS: </b>A atuação dos investidores financeiros como financiadores de empresas vem crescendo no Brasil. Os private equity, que são um tipo de fundo que compra participações em empresas, são um exemplo. Este ano, eles participaram em 41% das fusões e aquisições que acontecem no País até agosto. Além deles, duas outras modalidades de investidores ajudam empresários a ganhar força, o capital semente (ou “seed capital”) e o “venture capital”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas três modalidades, além do aporte financeiro, os investidores ajudam os empreendedores na profissionalização da gestão do negócio. Por outro lado, os empreendedores devem estar preparados para se relacionar com os investidores antes e depois da concretização do investimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No momento anterior ao ivestimento, em geral, os empreendedores buscam o apoio de empresas especializadas em preparar o terreno e buscar os investidores, são as consultorias especializadas em fusões e aquisições (M&amp;A Advisory), o que vai ser fundamental para que o empreendedor possa maximizar o valor de sua empresa e as oportunidades de encontrar um investidor adequado ao seu perfil. Já no momento posterior, o empreendedor deve estar pronto para lidar, entre outras coisas, com uma forte necessidade de transparência, governança e alinhamento, as quais virão juntas com o novo investidor. Estas três variáveis são capazes de realizar uma grande mudança interna na empresa investida e, consciente ou inconscientemente, preparam e ajudam a companhia para alcançar um novo patamar de crescimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A principal diferença entre elas é o momento em que o aporte é feito na empresa. Veja as características de cada uma:</p>
<p><strong> </strong></p>
<ul>
<li><strong>Capital semente</strong>: é o investimento feito na fase inicial do novo negócio. Muitas vezes, são ainda ideias ou projetos no papel, e os recursos ajudam o empresário a dar os primeiros passos. Na outra ponta, estão pessoas ou instituições que buscam altos retornos e estão dispostas a correr altos riscos. De preferência, buscam empresas inovadoras e de base tecnológica.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>O primeiro trabalho dos gestores de um fundo seed é selecionar os projetos que vão receber os aportes. Essa é a fase de prospecção de ideias e análise. São avaliados, por exemplo, as oportunidades do mercado, os produtos e serviços propostos, a equipe envolvida, a estratégia de atuação e o modelo de negócios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De cada mil projetos analisados, cerca de dez são selecionados para a segunda etapa, que será a apresentação da empresa ao comitê de investimento do fundo. Após análises, o grupo aprovará ou não o investimento. Em seguida, durante dois a três meses, os empreendedores se reúnem com os membros dos fundos para negociar a participação dos novos sócios. Nesse momento, são definidos o valor da empresa, a participação do fundo, o funcionamento do negócio, entre outros aspectos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim, é iniciada a fase de investimento. É realizada uma auditoria interna (&#8220;due dilligence&#8221;), em que os aspectos contábeis e jurídicos são avaliados. É neste momento que a empresa é criada ou convertida em sociedade anônima (S.A.) e são feitos os primeiros aportes de recursos no projeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Venture capital</strong>: investe em empresas já estabelecidas, mas de pequeno e médio portes, com potencial de crescimento. Os recursos financiam as primeiras expansões e levam o negócio a novos patamares no mercado. Assim como no capital semente, o foco são empresas inovadoras, em setores como os de biotecnologia e tecnologia. A seleção também passa pelas etapas de avaliação, apresentação ao comitê de investidores e negociação.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Private equity</strong>: as empresas que recebem os aportes já estão consolidadas e possuem faturamento na casa das dezenas ou centenas de milhões de reais. O objetivo dos recursos é de dar um impulso financeiro à companhia para que ela se prepare para abrir capital na bolsa de valores, por exemplo. Empresas de capital aberto também podem receber os recursos dos private equity. Neste caso, o capital é destinado a alterações financeiras, operacionais ou estratégicas, visando a um novo posicionamento no mercado aberto.</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Momento de saída: como o principal objetivo dos fundos de capital semente, venture capital e private equity é obter lucro ao vender suas participações na empresa, o momento de saída é um dos mais importantes para esses investidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também chamado de desinvestimento, a saída acontece quando o fundo vende suas participações. Se a empresa cresceu bastante e o valor de suas ações subiu, os investidores obtêm grande lucro. Mas nem sempre isso acontece. No caso do capital semente, de cada dez projetos investidos, a estimativa de mercado é que dois deem muito certo e tragam grandes resultados, cinco consigam se manter e três fracassem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No caso dos que têm sucesso, uma das opções dos fundos é passar suas participações para outros fundos de capital de risco. Neste caso, os compradores vão investir mais recursos na empresa para sustentar suas próximas fases de crescimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outra saída é a venda para investidores estratégicos, como outras empresas interessadas em adquirir o empreendimento ou linhas de serviços da companhia. Por fim, existe a possibilidade de saída com uma oferta pública inicial de ações (IPO) na bolsa de valores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leme Partners: setembro 2013</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lemepartners.com/english/insights/investidores-financeiros-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
